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Biography

O fotógrafo Izan Petterle especializou-se em ministrar workshops fotográficos. Suas expedições no Brasil, em busca de paisagens únicas e da rica tradição cultural brasileira, são uma referência no mercado. O instante da fotografia, no entanto, é apenas uma parte dos objetivos e dos roteiros das Expedições, que envolve também o espírito de aventura, devido à busca dos melhores cenários a serem vistos e documentados. O jornalista Fábio Vendrame, na matéria intitulada “Vá ao campo com os craques da imagem” e publicada em 26/09/2006, no jornal “O Estado de São Paulo” captou bem os objetivos e o espírito das Expedições, conforme cópia, em anexo, da sua reportagem. “A paisagem – assinala o jornalista - é de tirar o fôlego. Vales e montanhas. Prevalece o verde das encostas. A tarde cai alaranjada e o céu parece feito de algodão-doce. O sol baixa oculto pelas nuvens. Apenas alguns raios escapam ao bloqueio celestial. A câmera está pronta para registrar a cena. Aproxima-se um camponês. Chapéu de palha na cabeça, cigarro de corda à boca. E aí, como fazer essa foto? A resposta é buscada cada vez mais pelos viajantes apaixonados por fotografia. Tanto que as expedições e os workshops fotográficos viraram a opção favorita de quem gosta de viajar e quer melhorar os álbuns de memórias”. E complementa com um depoimento interessante da artista plástica Cristina Vaz Guimarães, de 46 anos: Em junho de 2005, li uma nota no “Estadão” sobre um workshop na Chapada dos Guimarães, com um fotógrafo da National Geographic. Comprei uma câmera digital e embarquei nessa. Foi uma das melhores viagens. Foi um grande aprendizado passar uma semana num lugar tão maravilhoso e com um grande fotógrafo'. O ensinamento mais valioso em um workshop é poder vivenciar o que se está aprendendo.
“O professor dela – explica o jornalista - foi Izan Petterle, fotógrafo da National Geographic que também se dedica a ensinar o que sabe. 'Não é um passeio fotográfico, é workshop para valer', ressalta Petterle. “Meu trabalho – explica o fotográfo - é mais focado nos aspectos humanos, culturais e naturais. E o que mais me empolga nos cursos é observar a rápida evolução dos alunos” Seus pupilos não o decepcionam. “Fotografar é exercitar o olhar e, por isso, a prática é fundamental, diz o administrador de empresas Caio Augusto Catto, de 35 anos. '”Nada melhor do que um workshop, pois junta teoria, prática e a possibilidade de ver um grande fotógrafo em ação”.
Por sua vez, o editor Ronaldo Ribeiro, da revista “National Geographic Brasil”, apresenta o trabalho de Izan Petterle da seguinte maneira: " Sua fotografia está intimamente ligada a sua própria trajetória de vida. Os anos de andanças fizeram dele um documentarista sensível e objetivo. Os personagens que documenta exaltam suas raízes, fé, sentimentos. Eles ostentam a expressão e a vitalidade dos trópicos. Izan é um fotógrafo da brasilidade. Sua linguagem, acredito, é a que mais tem se aproximado no Brasil do conceito de documentação visual praticado pela centenária “National Geographic. Já produzimos na revista várias”das saus reportagens, e outras ainda virão. As possibilidades do seu trabalho se redimensionam e se renovam à mesma medida que as fronteiras do Brasil - suas paisagens, suas manifestações culturais - parecem também se expandir num processo sem fim”